Mostrar mensagens com a etiqueta gravidez. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta gravidez. Mostrar todas as mensagens

sábado, 16 de janeiro de 2010

Clara do ovo pode evitar a ocorrência de abortos espontâneos

  O âmnio é uma membrana que envolve o feto durante o seu desenvolvimento embrionário, contendo também no seu interior o líquido amniótico. Esta membrana é essencial para a sobrevivência do feto, uma vez que impede a sua dessecação (dado que o feto para sobreviver precisa de estar em meio líquido) e protege-o contra eventuais choques mecânicos. 

 Contudo, o âmnio pode romper, quer de forma natural, quer após cirurgia fetal ou amniocintese (teste realizado através da análise do líquido amniótico para averiguar se o feto tem alguma anomalia genética). Essa ruptura leva, evidentemente, a um aborto espontâneo.



 Perante esta situação, cientistas norte-americanos romperam âmnios humanos mantidos no laboratório, que começaram a verter líquido amniótico e de seguida, aplicaram clara de ovo purificada nos âmnios rompidos. Dos 21 âmnios testados, 19 deixaram de verter, logo à primeira aplicação. A clara de ovo foi testada nesta experiência devido à sua textura e capacidade de proteger os pintainhos.

Fonte: http://www.newscientist.com/article/mg20527425.500-egg-white-provides-a-puncture-repair-kit-for-fetuses.html (16/01/2010 11h)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Gravidez: Células cancerígenas podem atravessar a placenta

Num estudo efectuado no Instituto de Investigação de Cancro, em Sutton, no Reino Unido, as células cancerígenas da mãe podem atravessar a placenta provocando doenças no feto.


Durante uma investigação os cientistas detectaram um caso estranho, em que um bebé apresentava células cancerígenas que coincidiam com as da mãe, uma mulher japonesa, de 28 anos, que desenvolveu leucemia pouco tempo após o parto, cuja filha 11 meses após o nascimento também desenvolveu leucemia. A análise realizada a nível genético revelou características semelhantes entre as células cancerígenas da mãe e da filha. No teste, posteriormente efectuado, às células sanguíneas do bebé, que foram recolhidas durante o parto mostram que a bebé possuía as células cancerígenas desde a nascença.

Após realização de análises genéticas mais aprofundadas descobriu-se que as células de leucemia do bebé não possuíam uma região de DNA, tendo sido identificadas como intrusas pelo sistema imunitário e, posteriormente, eliminadas. Os cientistas que realizaram estas investigações acreditam que a perda do código genético permitiu a passagem das células cancerígenas pela placenta e a falta de reconhecimento imunitário.

Um dos cientistas, Greaves, explica que as células cancerígenas da mãe atravessaram a placenta, chegando ao feto e instalaram-se tornando-se invisíveis ao sistema imunitário e acrescenta que a probabilidade de essas células cancerígenas passarem para o feto são poucas. Outro dos cientistas salienta que esta investigação é uma prova que os problemas cancerígenos precisam de ‘enganar’ o sistema imunitário antes de se desenvolverem, pelo que sendo possível alertar o sistema de detecção de presença destas células haja uma possibilidade de desenvolver novas formas de tratamento.
 
Locations of visitors to this page